
O fim da arquitetura híbrida P e E
A Intel está preparando o retorno a uma arquitetura de núcleo unificado para seus futuros processadores. De acordo com listagens de vagas de emprego recentes, a fabricante começou a montar um grupo de design chamado Unified Core, focado em desenvolver a microarquitetura que alimentará as próximas gerações de hardware da marca. Essa mudança marca o fim da estratégia iniciada em 2021 com os chips de 12ª Geração Alder Lake.
Transição para o modelo de núcleo único
Atualmente, os processadores Intel utilizam uma estrutura híbrida que combina núcleos de Performance (P-Cores) e núcleos de Eficiência (E-Cores). Esse design permite que o sistema operacional direcione tarefas leves para os núcleos eficientes, enquanto reserva a potência bruta dos núcleos P para aplicações exigentes, como jogos e edição de vídeo. Com a nova proposta de unificação, a Intel deve buscar novas formas de segmentação de produtos.
Especialistas sugerem que a Intel pode adotar uma abordagem similar à da concorrente AMD com suas arquiteturas Zen 5 e Zen 5c. Nesse modelo, os núcleos mantêm o mesmo design básico, mas variam em densidade e tamanho de cache L2 e L3 para atender diferentes nichos de mercado e eficiência energética.
Cronograma e expectativas
O projeto do Unified Core ainda está em seus estágios iniciais. Como o desenvolvimento de uma microarquitetura complexa leva anos, a previsão é que esses novos processadores cheguem ao mercado apenas no final da década. Até lá, a Intel deve continuar refinando seu design híbrido atual nas próximas gerações programadas, como Panther Lake e suas sucessoras imediatas.
Embora a divisão entre núcleos P e E tenha trazido resultados em eficiência para dispositivos móveis, a unificação pode simplificar a programação de threads e otimizar o desempenho em sistemas operacionais como o Windows.
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