The Division 2: O que nós gostaríamos de novo

Bruno Degering ·

Tom Clancy’s The Division foi sem sombra de dúvidas um dos lançamentos mais aguardados e mais “hypados” de 2016. Antes mesmo de ser lançado o jogo já batia inúmeros de recordes quebrados, como o de maior participação de em um Beta na história. Porém, apesar do excelente roteiro, o jogo que poderia se tornar um dos melhores da história se tornou uma imensa decepção. Bugs, hacks, cheaters e a falta de um end game, mostrou que o jogo foi lançado antes mesmo de ser finalizado, o que causou uma péssima impressão a comunidade.

Na semana passada, foi confirmado que The Division 2 está desenvolvimento, e assim como aconteceu com a série de Watch Dogs, a Ubisoft ganhou mais uma chance de aprender com os erros do seu predecessor, explorar um jogo com um enorme potencial.

The Division 2 (2)
Verdade seja dita, só a possibilidade de voltar ao mundo pós-apocalíptico de The Division já me faz querer fazer o Pré-order sem antes mesmo ter qualquer informação sobre o jogo.  Logo como estou nessa hype de The Division 2 fiz uma lista de algumas modificações que deixariam o jogo ainda melhor.

1- Expansão e balanceamento da Dark Zone

Uma das melhores ideias do jogo foi a criação da Dark zone. Porém ela se torna um pouco frustrante para os novos jogadores, principalmente quando se chega no nível máximo, pois ela geralmente está sob o controle de quem tem os melhores equipamentos. Uma Dark Zone maior e mais balanceada seria um ambiente mais atrativo para os jogadores e consequentemente tornando o local mais disputado.

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2- Modo Battleroyale

Imagine um modo parecido com a Dark Zone onde todos os jogadores começam sem nenhuma gear, no melhor estilo Players Unknown Battleground, e que somente uma equipe ou jogador saia vivo do local com uma grande recompensa. O ambiente de The Division é perfeito para um Battle Royale, sem muitos lugares fechados, com grandes ruas e covers para trocas de tiros.

3- Seasons e Rankings
Assim como acontece em Diablo, chega um determinado momento em que a graça seria se todos os jogadores pudessem recomeçar juntos do zero. Com isso, jogadores poderiam parar e voltar a jogar sem se sentirem desestimulados com a grande quantidade de personagens mais fortes existentes.

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Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.

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