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Let It Die ganha versão offline para preservar clássico da Grasshopper; saiba o preço

Edição paga substitui o modelo free-to-play e remove microtransações após o fechamento definitivo dos servidores online.

Leonardo Coimbra ·

O fim dos servidores e o nascimento da Offline Edition

A GungHo Online Entertainment lançou oficialmente Let It Die: Offline Edition nesta terça-feira, 1 de setembro de 2026. O lançamento marca a transição definitiva do título de ação para um modelo de compra única, ocorrendo simultaneamente ao desligamento dos servidores da versão original gratuita. Com a nova edição, jogadores no PlayStation 4 e PC via Steam podem continuar explorando a Tower of Barbs sem a necessidade de conexão constante com a internet.

A nova versão está disponível como um conteúdo adicional pago para quem já possuía o jogo base ou como uma edição completa para novos usuários. No Steam, o título chegou com o preço de 19,99 dólares, removendo completamente o sistema de microtransações e a moeda premium Death Metal. Agora, todos os recursos que anteriormente exigiam pagamentos reais foram convertidos para Kill Coins, a moeda obtida através da jogabilidade comum.

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Mudanças mecânicas e preservação de progresso em Let It Die

A Let It Die: Offline Edition traz uma série de reformulações para adaptar a experiência ao ambiente de jogador único. O tempo de espera para pesquisa e desenvolvimento e para o aprimoramento de instalações foi totalmente removido. Além disso, a quantidade de materiais necessários para evoluir equipamentos até o estágio 4 foi reduzida em até 75 por cento, tornando a progressão mais ágil para quem joga sozinho.

Para os veteranos da versão online, a GungHo confirmou que é possível realizar a transferência de dados de salvamento até o dia 30 de novembro de 2026. Essa migração permite manter o progresso da torre, armas e armaduras, embora moedas premium e rankings do modo Tokyo Death Metro não sejam transferidos. O estúdio Supertrick Games, responsável pelo desenvolvimento desta versão, destacou que o objetivo é garantir que o legado do jogo original de 2016 permaneça acessível permanentemente.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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