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Resident Evil Requiem tem $500 milhões em receita; PS5 lidera e Xbox tem menos de 9% da fatia

Dados de mercado revelam que o título da Capcom já ultrapassou os 8,5 milhões de cópias e mantém força inesperada na mídia física.

Bruno Degering ·

Resident Evil Requiem alcançou a marca estimada de 8,5 milhões de cópias vendidas em todas as plataformas disponíveis, gerando uma receita bruta que ultrapassa os US$ 500 milhões. De acordo com um relatório publicado pela Alinea Analytics, o título mantém um ritmo comercial acelerado após ter quebrado recordes de lançamento da própria franquia ao atingir 6 milhões de unidades nas primeiras duas semanas de mercado.

Vendas de Resident Evil Requiem por plataforma

O levantamento detalha uma disparidade significativa no desempenho entre os consoles de nona geração e o PC. O PlayStation 5 detém a maior fatia do mercado, sendo responsável por 48,1% das cópias comercializadas. O PC, representado pela plataforma Steam, aparece logo em seguida com uma participação de 43,4%. Já os consoles Xbox Series X e Xbox Series S apresentam números modestos em comparação aos concorrentes, somando apenas 8,6% do total de vendas globais do projeto.

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A preferência dos consumidores pela mídia física também ganhou destaque nos dados apresentados. No ecossistema da Sony, cerca de 30,8% dos jogadores optaram pela versão em disco de Resident Evil Requiem. Esse dado aponta para uma manutenção do interesse por itens físicos entre a base de usuários do PlayStation 5, mesmo em um cenário de crescimento constante das distribuições puramente digitais. No PC, as vendas são integralmente baseadas em licenças digitais via Steam.

Com o faturamento acumulado superando a marca de meio bilhão de dólares, o título consolida a estratégia da Capcom de lançamentos multiplataforma simultâneos. O equilíbrio entre as versões de console e computador demonstra a relevância crescente do PC para a série, enquanto a Sony permanece como a principal parceira de hardware em volume de vendas. O sucesso financeiro imediato reforça a sustentabilidade da marca para os próximos ciclos de desenvolvimento da empresa.

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Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.

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