BGS 2016: Horizon Zero Dawn é tecnicamente perfeito

Leonardo Coimbra ·

Quando Horizon Zero Dawn foi mostrado pela primeira vez ao mundo, todos ficaram boquiabertos com sua beleza e com a temática de dinossauros robôs! Logo em seguida, vimos que seu desenvolvedor seria a Guerrilla Games e um sinal de alerta foi ligado, já que alguns julgam a empresa por fazer belos jogos, mas com jogabilidade mediana.

Durante a BGS 2016, tive a oportunidade de jogar sua demo, que não estava disponível durante a E3 2016 (chupa EUA, nós temos e vocês não têm). Antes de iniciar minha análise, gostaria de dizer que era estritamente proibido gravar gameplays ou tirar fotos…

Assim que iniciei a demo, foi impossível não ficar boquiaberto com a beleza do jogo. Nossa senhora, é tudo o que vimos nos vídeos rodando extremamente liso sem nenhum engasgo ou problemas de FPS. Na demonstração, era possível de se passear por uma área aberta do jogo e caçar alguns inimigos. Também era possível de se domar um “alce” e sair montado nele. Sabendo da limitação de ação, resolvi testar todos os botões.

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Nossa heroína, Alloy, é extremamente ágil e uma exímia caçadora. No controle, temos um botão dedicado ao Stealth que permite ao jogador se aproximar do inimigo sorrateiramente e atacá-lo sem ser percebido. Já os ataques consistem do já muito bem conhecido arco (que tem 3 tipos de flecha e pode virar uma lança eletrificada para combate corpo a corpo), e seu estilingue (com 3 tipos de “bombas” de área).

Cada inimigo morto deixa um loot que pode ser usado para o crafting de armas. Na hora de trocar de munição ou arma, o jogo entra em um Slow Mode que permite realizar a troca de forma simples. Além disso, o crafting de flechas ou bombas é feito “On the Fly”, ou seja, ele é feito no ato, tornando a luta mais dinâmica.

Claro que temos que falar de sua besta, que dispara uma lança ligada a um cabo. Com este, deve-se acertar o inimigo 3 vezes para que ele caia no chão. Aí, cabe ao jogador escolher domá-lo (caso seja possível), ou matá-lo de forma limpa e rápida. Caso opte-se por domar o inimigo, este pode ser montado. Isso permite que o jogador chegue mais rápido ao seu destino ou combata em cima dele. Nesta última situação, ressalto a fluidez e precisão do controle.

Infelizmente, a demo era limitada e não pudemos experimentar o quanto queríamos do jogo, mas até o momento nossas impressões são as melhores possíveis. Caso eles acertem na história (que parece ter um sistema de decisão e de conversa que lembra The Witcher 3), o jogo será certamente uma obra de arte. Também é valido dizer que o sistema de mapa lembrou muito o da série Far Cry, com pontos de caça e com os famosos galhos e plantas a serem coletados ao longo do jogo.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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