Detroit: Become Human promete ser mais uma boa experiência proporcionada pela Quantic Dream

Leonardo Coimbra ·

Preview feito pela Mariellen Romero

Em um futuro não muito distante, androids e humanos coexistem. Mas, em algum momento, o software de inteligência artificial dos androids começa a apresentar bugs. E por aí se desenrola o enredo de “Detroit: Become Human”, nova aposta da Quantic Dream, criadora de Heavy Rain e Beyond Two Souls. Na demo que jogamos na Brasil Game Show, o game apresenta gráficos incríveis, jogabilidade agradável e um enredo absurdamente envolvente.

Em cerca de 15 minutos, você vive momentos de tensão na pele do agente Connor, um androide chamado para ser o negociador em um caso policial. Connor recolhe pistas e informações para evitar que Daniel, outro androide, pule do alto de um prédio e leve junto a menina Emma, a quem Daniel detém como refém. Focado em sua missão de resgatar a menina, Connor usa suas habilidades de androide para reconstruir cenas dentro do apartamento onde se passa a ação.

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Nesse momento, o jogador é convidado a interagir com o cenário (muito bem ambientado, aliás). Com comandos simples, a narrativa vai evoluindo de forma bastante fluida e agradável, tornando Detroit uma experiência totalmente imersiva. Assim como Heavy Rain e Beyond Two Souls, o novo game da Quanto Deram também é influenciado pelas decisões do jogador. No caso da demo que jogamos na BGS, o percentual de sucesso de Connor em sua missão cresce ou diminuiu a cada nova interação com os personagens, aumentando a tensão da cena.

Gráficos e sons belíssimos complementam a ótima experiência de jogar Detroit. O game tem previsão de lançamento para 2018, exclusivo para PS4. Durante a Brasil Game Show, os visitantes podem jogar a demo no estande da PlayStation, mas é necessário baixar o aplicativo PlayStation Experience para agendar um horário.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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