The Swords of Ditto: Mormo’s Curse merece ser revisitado

Leonardo Coimbra ·

A Devolver Digital fez um anuncio muito recente onde ela lançou uma expansão gratuita adicionando conteúdo para The Swords of Ditto. Originalmente lançado para PS4 e PC  no dia 24 de Abril de 2018, o jogo ganhou sua expansão chamada Mormo’s Curse que acrescenta mais conteúdo ao jogo e, o mais importante de tudo, levou o jogo para o Nintendo Switch.

Vale frisar que não farei uma análise completa do jogo aqui, mas darei um rápido passeio sobre as novidades e a versão de Switch. Em questão de desafio, gráficos e performance, absolutamente nada mudou e você pode conferir nossa análise aqui.

Sobre o que é esse jogo?

De forma resumida, The Swords of Ditto é um jogo action RPG que lembra muito os primeiros Zeldas tanto por sua exploração como mapa e jogabilidade. Tendo um gráfico mais cartunesco (feito pelo artista do desenho A hora da Aventura), ele acaba sendo muito agradável para os olhos e traz uma veia cômica em sua história.

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Seu objetivo principal é destruir a bruxa Mormo dentro de um período específico de dias. Caso morra tentando, se passarão mais 100 anos até que outra pessoa possa pegar a espada “sagrada” e possa tentar enfrenta-la novamente. O legal é que o mundo sofre com esse período de domínio da Mormo e você verá mudanças visuais e um povo menos esperançoso.

Por fim, vale citar que o jogo é no estilo Roguelite e que ao morrer perderá praticamente tudo. Não somente isso, mas o mundo é procedural, ao entrar em uma área, os inimigos estarão sempre em lugares diferentes assim como poderão ser inimigos diferentes. Não somente isso, a cada nova volta ao mundo, você encontrará um novo mapa, com novas dungeons e novas armas, sempre dando um frescor ao fator replay.

Vale pontuar que o jogo tem uma trilha sonora muito agradável.

Novidades e Switch

Como sempre o Nintendo Switch se destaca no quesito mobilidade e jogos indies. Poder ter jogado esta maravilha em qualquer lugar foi muito bom, isso sem contar que o co-op é imediato ao usar o Joy-Con esquerdo e direito com qualquer amigo. Não é o jeito mais confortável de jogar, pois são muitos comandos, mas serve o propósito com louvor. Além disso, a versão de Switch não deve nada a de PS4 e PC.

Sobre as novidades, bem, elas são um tanto confusas, mas vou explicar o porquê. Como falei acima, ele é um jogo procedural e sempre irá encontrar novos inimigos e itens. Caso morra, verá um novo mapa e novas dungeons. Ou seja, fica um pouco difícil de eu falar com convicção o que é novo ou o que não é novo, até porque joguei o jogo faz um ano.

O que posso dizer é que ao jogar essa versão completa, eu fiquei extremamente agarrado no jogo jogando por horas e até me esquecendo de grandes jogos AAA que deveria ter jogado. Eu pude sim ver uma ou outra dungeon nova assim como novos e irritantes inimigos que me desafiavam muito ao longo do jogo.

Ou seja, se já era um jogo bom em 2018, agora ficou muito melhor em 2019 e ainda com mais conteúdo. Se nunca jogou, essa é sua chance de jogar e se já jogou, vale dar mais uma conferida.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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