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World of Warships recebe 8 novos navios latino-americanos; veja a lista

A nova linha de contratorpedeiros pan-americanos traz embarcações do Brasil e outros países com jogabilidade focada em alto risco.

Bruno Degering ·

World of Warships adiciona frota latino-americana ao combate naval

A Wargaming lançou oficialmente uma nova linha de contratorpedeiros pan-americanos para World of Warships. A série abrange embarcações dos níveis III ao X, trazendo navios que serviram em marinhas da América Latina durante o século passado. Essa nova árvore tecnológica foi projetada com um nível de dificuldade elevado, exigindo que os comandantes dominem mecânicas específicas para obter resultados consistentes nas partidas.

Diferente de outras classes do jogo, esses navios focam quase exclusivamente em artilharia pesada. A bateria principal utiliza apenas projéteis perfurantes (AP), abrindo mão de munições explosivas tradicionais. Além disso, o arsenal de torpedos é limitado e possui curto alcance, funcionando primordialmente como uma ferramenta de defesa em situações de proximidade. Para compensar a baixa velocidade base e a ausência de cortina de fumaça, os navios possuem acesso ao consumível Grupo de Reparos desde os níveis iniciais, permitindo maior durabilidade durante as trocas de tiro.

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Progressão da árvore tecnológica e navios de destaque

A evolução dos contratorpedeiros pan-americanos introduz recursos táticos de forma escalonada. Nos níveis iniciais, os jogadores encontram o Almirante Villar (Peru, nível III), o Serrano (Chile, nível IV) e o Antioquia (Colômbia, nível V). Essas embarcações seguem um estilo de jogo mais convencional, aproveitando a eficiência dos projéteis AP contra cruzadores leves.

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A jogabilidade sofre uma alteração significativa no nível VI com o argentino Cervantes e no nível VII com o brasileiro Marcílio Dias. Ambos os navios contam com o Acelerador de Recarga de Bateria Principal, um recurso que permite disparar sequências rápidas de tiros para punir adversários que exponham o flanco. No nível VIII, o mexicano Cuauhtémoc introduz a mecânica de Instrução de Combate. Após atingir o inimigo com 21 disparos, o jogador ativa um bônus que aumenta o dano dos projéteis perfurantes em 33 por cento durante um curto período de 10 segundos.

O auge da linha com o contratorpedeiro 20 de Julio

O encerramento da árvore tecnológica ocorre com o 20 de Julio, embarcação colombiana de nível X. Conforme o site oficial detalhou, este é o contratorpedeiro mais lento de sua categoria, o que exige um planejamento rigoroso de posicionamento no mapa. Sua vantagem competitiva reside na capacidade de ativar simultaneamente o Acelerador de Recarga de Bateria Principal e as Instruções de Combate. Essa combinação resulta em uma cadência de tiro extremamente elevada, capaz de causar danos críticos em contratorpedeiros e cruzadores rivais em poucos segundos.

Para maximizar a eficiência dessa nova frota, a recomendação é que os jogadores escolham entre dois estilos principais. O primeiro consiste em atuar como caçador furtivo, utilizando o relevo das ilhas para emboscadas. O segundo foca em disparos de longa distância, assumindo uma função similar à de um cruzador leve. Em confrontos diretos, os comandantes devem priorizar disparos contra as torres de artilharia inimigas para desabilitar o armamento adversário antes de sofrerem danos severos.

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Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.

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