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The Sinking City 2 resgata horror de Arkham com recepção surpreendente

Desenvolvido pela Frogwares sob condições desafiadoras, novo título aposta em combate e sobrevivência em escala maior.

Bernardo Cortez ·

The Sinking City 2 foi lançado oficialmente para PC, PlayStation 5 e Xbox Series X|S, transportando os jogadores para uma versão inundada e sobrenatural da Arkham de 1920. O título marca uma mudança de direção para o estúdio, focando em elementos de combate e gestão de recursos em um ambiente hostil.

Na trama, o jogador assume o papel de Calvin Rafferty, um aventureiro do oculto que precisa navegar pelas ruas submersas para resgatar sua namorada, Faye, após um ritual falho. O protagonista enfrenta as criaturas conhecidas como Slither, seres que possuem cadáveres e os transformam em ameaças letais enquanto explora o mundo de The Sinking City 2.

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Novidades na jogabilidade de The Sinking City 2

A sequência implementa um arsenal inspirado na década de 1920, exigindo que os usuários lutem pela sobrevivência contra abominações eldritch. A exploração ocorre tanto a pé quanto por barcos, passando por locais como apartamentos em ruínas, mercados inundados e hospitais abandonados.

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O gerenciamento de inventário é um pilar central, forçando a escolha cuidadosa de quais itens levar em cada incursão. Embora o foco tenha migrado para o horror de sobrevivência, ainda existem puzzles e casos de investigação opcionais que recompensam o jogador com melhorias e informações sobre o universo de Howard Phillips Lovecraft.

Desempenho e notas iniciais

Segundo dados oficiais da Frogwares, o jogo estreou com uma média de 81 no OpenCritic e mantém 95% de avaliações positivas na plataforma Steam. O lançamento ocorre após três anos de desenvolvimento, realizados em meio a dificuldades logísticas enfrentadas pela equipe na Ucrânia.

Sergiy Oganesyan, chefe de publicação da empresa, afirmou que a mudança de gênero foi um risco calculado para manter o interesse de fãs antigos e atrair novos jogadores. O projeto substitui a investigação pura do primeiro jogo por uma experiência mais visceral e voltada para a ação atmosférica em um cenário de horror urbano.

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Bernardo Cortez

Formado em Relações Internacionais, Bernardo aproveitou o dom de escrever para algo útil. Músico, viajante, cronista e amante de qualquer coisa que seja relacionada a jogos, seu sonho é ser jornalista na área. Tem um carinho especial por jogos que tragam o melhor de todas as formas de arte que os englobam.

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