Sucesso comercial apesar das críticas dos fãs
O novo filme de Resident Evil registrou a maior abertura da história da franquia nos cinemas durante seu primeiro final de semana em cartaz. De acordo com dados divulgados pelo Deadline, a produção arrecadou US$ 60 milhões apenas nos Estados Unidos e Canadá, somando um total global de US$ 108,3 milhões. O valor supera com folga o recorde anterior da série, estabelecido por Resident Evil: Afterlife, que em 2010 estreou com US$ 26,65 milhões.
O resultado traz fôlego para o diretor Zach Cregger, que defendeu publicamente sua visão criativa contra críticas de parte da comunidade. Diferente de produções passadas, este longa-metragem não adapta diretamente nenhum dos jogos da Capcom, nem dá continuidade aos universos cinematográficos anteriores. A história foca em Bryan, interpretado por Austin Abrams, um mensageiro médico envolvido em incidentes biológicos em uma narrativa original situada dentro do universo da marca.
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Impacto na franquia Resident Evil
Com um orçamento de produção estimado em US$ 75 milhões, sem contar os custos de marketing, o filme já se aproxima do ponto de equilíbrio financeiro em apenas três dias. Para efeito de comparação, o desempenho doméstico atual quase igualou em 72 horas toda a arrecadação de 56 dias de Afterlife no mercado norte-americano. O sucesso estabelece um novo patamar para Cregger, superando sua estreia anterior, Weapons, lançada em 2025.
Embora Resident Evil não tenha superado o fenômeno de terror Backrooms, que arrecadou US$ 81,4 milhões domesticamente no início deste ano com um orçamento reduzido, os números são inéditos para a propriedade intelectual da Capcom no cinema. Até o momento, nenhuma sequência foi anunciada oficialmente, uma vez que o diretor planejou o filme como uma história isolada. No entanto, Cregger indicou possuir ideias para futuras expansões, e o desempenho comercial robusto deve motivar a Sony Pictures e a Constantin Film a discutir a continuidade desta nova linha temporal.
