The Scroll of Taiwu deixará o acesso antecipado no Steam em 17 de junho de 2026. O RPG sandbox desenvolvido pela ConchShip Games alcançou a marca de 3 milhões de jogadores durante os oito anos em que esteve disponível para testes, consolidando-se como um dos sucessos independentes de maior impacto no mercado chinês.
A atualização 1.0 marca a primeira vez que o título recebe suporte oficial completo para o idioma inglês. Anteriormente focado no público doméstico da China, o jogo agora expande seu alcance global com a inclusão também dos idiomas japonês e coreano. Segundo comunicado oficial, o lançamento definitivo é o resultado de anos de refinamento baseados no feedback direto dos usuários.
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Novidades da versão 1.0 de The Scroll of Taiwu
A versão final traz conteúdos inéditos que não estavam presentes nas fases iniciais de desenvolvimento. Foram adicionados três novos arcos de história que aprofundam a narrativa central do jogo. Além disso, a inteligência artificial dos personagens não jogáveis (NPCs) foi aprimorada para reagir de forma mais dinâmica às ações do jogador e às mudanças no ecossistema do mundo.
A interface de usuário foi redesenhada para facilitar a navegação por sistemas complexos de gerenciamento e atributos. O sistema de jogabilidade também recebeu expansões significativas, incluindo melhorias nas mecânicas de construção de vilas e no desenvolvimento de técnicas de combate. Essas alterações visam tornar a experiência mais fluida para novos jogadores sem comprometer a profundidade característica do gênero wuxia.
Exploração e progressão em Shenzhou
Ambientado na terra mitológica de Shenzhou, os jogadores assumem o papel do herdeiro do clã Taiwu. O objetivo central é confrontar Xiangshu, uma entidade maligna que ameaça mergulhar o mundo no caos. Cada partida ocorre em um mapa gerado de forma procedural, o que significa que a disposição de regiões, seitas e personagens varia entre diferentes sessões.
A liberdade de escolha permite que o jogador forme alianças diplomáticas ou inicie rivalidades com diversas seitas de artes marciais. É possível construir e gerenciar sua própria vila, fabricar armas, criar remédios e formar famílias. Um dos sistemas de maior destaque permite passar o conhecimento e as técnicas acumuladas para herdeiros, criando um legado contínuo ao longo de gerações dentro da mesma partida.
Os NPCs possuem ciclos de vida próprios e evoluem independentemente da intervenção do protagonista. Eles envelhecem, estabelecem relacionamentos entre si e reagem organicamente aos eventos globais. Essa simulação social garante que o mundo funcione como um ambiente vivo, onde as consequências de uma decisão podem reverberar por décadas dentro da cronologia do jogo.
Combate estratégico e sistemas integrados
O combate utiliza princípios das artes marciais tradicionais chinesas, exigindo domínio sobre posicionamento e cultivo de energia interior. O jogador pode aprender milhares de técnicas diferentes, desde o uso de espadas e combate corpo a corpo até o manejo de venenos e instrumentos ocultos. Cada batalha demanda planejamento rigoroso sobre o uso do Qi e adaptação constante ao estilo do adversário.
Além dos confrontos diretos, o título incorpora elementos de roguelike, simulador de vida e gerenciamento de recursos. Há atividades variadas como competições de briga de grilos e minijogos de artesanato. Essa integração de gêneros contribui para a complexidade do universo de The Scroll of Taiwu, oferecendo múltiplas camadas de interação além da progressão narrativa principal.
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