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The Relic: First Guardian recebe correções para falhas de performance; saiba quais

Project Cloud Games detalha erros de memória que causaram quedas de framerate no PS5 e PC, além de confirmar novos chefes e eventos para o RPG de ação.

Bruno Degering ·

Ajustes de performance em The Relic: First Guardian

O RPG de ação The Relic: First Guardian recebeu seis atualizações consecutivas em sua primeira semana após o lançamento para PC e PlayStation 5. O estúdio Project Cloud Games admitiu que a experiência inicial não atingiu o padrão de qualidade pretendido, resultando em falhas técnicas que afetaram a estabilidade do software. Segundo o comunicado oficial, a equipe já trabalha em um sétimo patch programado para ser implementado nesta noite, 6 de agosto de 2026.

As investigações técnicas revelaram que a principal causa dos problemas de performance estava relacionada ao gerenciamento de memória. Durante os estágios finais de preparação para o lançamento, a verificação técnica de algumas alterações foi insuficiente. Como consequência, dungeons de grande porte não eram descarregadas corretamente da memória RAM após a saída dos jogadores. O acúmulo desses dados causou quedas severas na taxa de quadros, problemas no carregamento de texturas em diversos ambientes e falhas no acionamento de eventos importantes de progressão.

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A Project Cloud Games assumiu a responsabilidade direta pelas falhas e priorizou a resolução dessas questões estruturais. As atualizações já implementadas focaram em corrigir os gatilhos de encontros com chefes que impediam o avanço na história, além de melhorar a responsividade do combate. Jogadores que utilizam arquivos de salvamento existentes estão sendo monitorados para garantir que as correções sejam aplicadas retroativamente sem perda de dados ou novos conflitos técnicos.

Melhorias no balanceamento e novos conteúdos

Além das correções técnicas, The Relic: First Guardian passou por ajustes em sua economia interna e mecânicas de jogo. O feedback da comunidade motivou mudanças na distribuição de recompensas obtidas de inimigos e baús espalhados pelo mundo. Materiais de progressão e itens de criação (crafting) foram adicionados em novos pontos do mapa para facilitar o desenvolvimento dos personagens. O combate também recebeu refinamentos para garantir maior equilíbrio entre os diferentes estilos de jogo permitidos pelo sistema de Runas e Relíquias.

O estúdio reiterou o compromisso de continuar o suporte ao título em todas as plataformas. As prioridades para as próximas janelas de atualização incluem o aprimoramento contínuo da estabilidade e a introdução de conteúdo inédito. Estão previstos novos eventos mundiais e encontros com chefes que visam expandir as histórias de Arsilthus. Essas adições serão detalhadas pelos canais oficiais da desenvolvedora assim que o processo de verificação técnica for concluído.

O universo de Arsilthus e folclore coreano

The Relic: First Guardian é um RPG de ação em mundo semiaberto que utiliza o folclore coreano como base para sua ambientação de fantasia sombria. No papel de um guardião, os jogadores exploram as terras de Arsilthus para descobrir segredos antigos e enfrentar ameaças sobrenaturais. A progressão do jogador é baseada na customização de equipamentos e no uso estratégico de relíquias que alteram as capacidades de combate, permitindo abordagens variadas para os desafios propostos pelos biomas do jogo.

A desenvolvedora enfatizou que continuará ouvindo os relatos da comunidade para transformar o título em uma experiência mais completa e recompensadora. A meta atual do estúdio é garantir que as correções de estabilidade permitam que os jogadores aproveitem as mecânicas de exploração e combate sem as interrupções técnicas verificadas durante o período de estreia.

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Bruno Degering

Gamer há tanto tempo que usa consoles como referência cronológica para lembranças de sua vida. Amante de Mega Man, Resident Evil e Warcraft. Se gaba por ter zerado Battletoads aos 9 anos mas abandonou Bloodborne com 26.

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