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ReStory: simulador de reparos no Japão retrô recebe data oficial

O título da tinyBuild focado em reparos de dispositivos dos anos 2000 chega em agosto com suporte oficial da Atari.

Leonardo Coimbra ·

Data de lançamento de ReStory no Steam

O jogo ReStory será lançado oficialmente em 6 de agosto de 2026 para PC via Steam, conforme anunciado pela editora tinyBuild. O título, desenvolvido pelo estúdio Mandragora, coloca o jogador no papel de um técnico em uma loja de consertos localizada em uma Tóquio fictícia durante a metade da década de 2000. O projeto alcançou a marca de 600 mil listas de desejos e foi um dos destaques do Steam Next Fest, figurando entre as 50 demonstrações mais jogadas do evento.

A proposta central foca na restauração de dispositivos eletrônicos da era Y2K, utilizando ferramentas específicas para desmontar, limpar e consertar aparelhos variados. De acordo com a página oficial de ReStory no Steam, o catálogo de itens inclui telefones celulares, câmeras fotográficas, reprodutores de música e eletrodomésticos, além de consoles de videogame clássicos com licenciamento oficial da Atari.

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Mecânicas de reparo e narrativa em ReStory

O fluxo de trabalho no simulador envolve não apenas o conserto técnico, mas também a gestão financeira da oficina. O jogador deve navegar por uma internet simulada da época para localizar e comprar peças de reposição, equilibrando os custos operacionais com a satisfação do cliente. A limpeza e a precisão no manuseio das ferramentas de precisão são determinantes para o sucesso de cada ordem de serviço, influenciando diretamente a reputação do estabelecimento.

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Além do aspecto técnico, o título apresenta um sistema de narrativa ramificada baseado nas interações com os clientes que visitam a loja. Cada dispositivo entregue para conserto pode carregar dados pessoais ou segredos que revelam detalhes sobre a vida dos personagens. As escolhas feitas durante esses diálogos e a eficácia na resolução dos problemas afetam o desenvolvimento das histórias individuais, podendo levar a diferentes conclusões para a trama geral. Um exemplo citado pela desenvolvedora envolve desde ajudar um estudante com mensagens em um telefone até descobrir informações em aparelhos pertencentes a ex-membros de gangues.

Ambientação Y2K e histórico da Mandragora

Visualmente, o jogo busca replicar a estética urbana do Japão de meados de 2000, integrando uma trilha sonora e interface de usuário que remetem ao período tecnológico da transição para a era digital moderna. O uso de navegadores web antigos dentro do sistema de jogo é uma das ferramentas utilizadas para reforçar a imersão na época retratada.

O estúdio Mandragora, responsável pelo desenvolvimento, é conhecido por outros títulos como I Am Future e Skyhill. A equipe optou por um modelo de trabalho remoto global para este projeto, focando em mecânicas de simulação relaxante em contraste com seus trabalhos anteriores de sobrevivência. A editora tinyBuild mantém sua estratégia de publicar títulos independentes com forte apelo de comunidade, adicionando este simulador ao seu portfólio que já inclui franquias como Hello Neighbor e Graveyard Keeper.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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