PCXbox 3 min de leitura

Rainbow Six Tactics traz estratégia por turnos à franquia; saiba como funciona

Novo título anunciado na gamescom foca em campanha para um jogador e mecânicas de destruição de cenários no Xbox e PC.

Leonardo Coimbra ·

Rainbow Six Tactics foi anunciado oficialmente durante a Opening Night Live da gamescom para Xbox Series X|S e PC. O título marca uma mudança de gênero para a série, apresentando uma experiência de estratégia tática por turnos focada em um jogador, onde o usuário assume o papel de Six para comandar unidades em missões globais.

Desenvolvido com o objetivo de traduzir a essência da franquia para um novo ritmo, o jogo coloca o jogador no controle de esquadrões de até quatro operadores. Segundo informações publicadas no Xbox Wire, o ciclo de jogabilidade envolve desde a preparação detalhada no quartel-general até a execução tática em campo, exigindo planejamento e coleta de inteligência antes de cada confronto.

Confira o nosso calendário atualizado com os principais lançamentos de jogos

Siga no TelegramReceba as principais notícias direto no seu Telegram.
Entrar no canal

Mecânicas de Rainbow Six Tactics e operadores disponíveis

O elenco inicial conta com 15 personagens conhecidos da comunidade, incluindo nomes como Ash, Sledge, Nokk e Montagne. Cada operador mantém suas habilidades e equipamentos característicos, mas agora adaptados para árvores de habilidades específicas que permitem personalizar o desempenho do esquadrão conforme a necessidade da missão. O jogo terá dezenas de cenários distintos com objetivos variados, como resgate de reféns, desarmamento de bombas e eliminação de alvos prioritários.

Um dos diferenciais mantidos em relação aos jogos de tiro da série é a destruição de cenários. Em Rainbow Six Tactics, é possível destruir paredes para criar novas linhas de visão, eliminar coberturas inimigas ou abrir pontos de entrada alternativos. O diretor criativo Elie Benhamou afirmou que a transição do gênero de tiro para a estratégia foi considerada natural, mantendo o foco em decisões de alto risco e coordenação de equipe.

A estrutura do jogo é dividida entre o planejamento estratégico e a execução tática. No quartel-general, o jogador deve analisar as informações de inteligência disponíveis sobre o objetivo antes de selecionar os operadores. A escolha da equipe é determinante, já que as sinergias entre as ferramentas de cada personagem podem abrir caminhos diferentes em uma mesma missão. Por exemplo, a capacidade de proteção de Montagne pode ser combinada com a agilidade de Ash para garantir entradas seguras em áreas contestadas.

Um sistema chamado The Breach permite realizar um assalto sincronizado que interrompe o ritmo tradicional dos turnos, fazendo com que todos os operadores ativos se movam e ajam simultaneamente. A mecânica visa reproduzir a tensão de invadir salas fortificadas, combinando habilidades únicas com a destruição do ambiente em um único momento coordenado. Além das missões de campo, o gerenciamento entre operações permite treinar os personagens e revisar dados coletados, garantindo que o esquadrão evolua conforme o nível de dificuldade das ameaças globais aumenta.

NewsletterReceba as últimas notícias de games no seu email.

Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

Deixe um comentário