Sword of the Sea, o mais recente projeto do estúdio Giant Squid, foi oficialmente confirmado para o Nintendo Switch 2. O anúncio ocorreu durante a edição mais recente do Indie World Showcase, revelando que o título chegará ao novo console da Nintendo em 29 de outubro de 2026, marcando uma estreia quase imediata após a apresentação.
Desenvolvido pelos mesmos criadores de sucessos como ABZÛ e The Pathless, o jogo coloca os jogadores no papel de Wraith, um guerreiro ressuscitado em um mundo desolado. A missão central é restaurar a vida em uma vasta bacia oceânica seca, agora transformada em um deserto de areia ondulante conhecido como Necrópolis.
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Exploração e mecânicas em Sword of the Sea
O destaque de Sword of the Sea é a sua mecânica de movimentação baseada na Hoversword. Esta ferramenta funciona como uma mistura de snowboard, skate e hoverboard, permitindo que o protagonista surfe pelas dunas de areia com grande velocidade e fluidez. O design do mapa é construído como um grande parque de manobras natural, onde o jogador pode realizar saltos e ganhar momentum para explorar ruínas submersas e campos de batalha petrificados.
A direção artística é assinada por Matt Nava, visionário por trás de Journey, enquanto a trilha sonora foi composta por Austin Wintory. Segundo a apresentação no Indie World Showcase, a versão para o sucessor do Switch aproveita o hardware aprimorado para oferecer maior fidelidade visual e uma taxa de quadros estável, elementos essenciais para a precisão exigida pelas manobras de surf.
Lançamento e novas plataformas
Lançado originalmente em agosto de 2025 para PlayStation 5 e PC, o título encerra seu período de exclusividade em consoles com esta chegada ao Nintendo Switch 2. O lançamento ocorre sob o selo da distribuidora Fictions, que também coordena a estreia do game nos consoles Xbox Series X/S na mesma data.
Ao coletar as chamadas Ocean Seeds, os jogadores trazem a água de volta ao mundo, o que altera dinamicamente a jogabilidade e abre novas rotas de exploração. O título foca em uma narrativa sem palavras, priorizando a imersão ambiental e a satisfação tátil de dominar o terreno através da Hoversword.


