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Don’t Fret confirma versão para PS5 e data de lançamento; saiba quando

O novo título da Scary Kid Studios expande suas fronteiras e define a chegada aos consoles da Sony com mecânicas únicas de sobrevivência musical.

Leonardo Coimbra ·

Don’t Fret será lançado oficialmente para PlayStation 5, Xbox Series e PC no dia 1 de outubro de 2026. A editora Digital Pajamas confirmou a nova versão para o console da Sony junto ao anúncio da data, garantindo que o título de terror psicológico chegue simultaneamente às principais plataformas do mercado no final do ano.

Exploração e narrativa em Don’t Fret

O jogo coloca o jogador no papel de Fret, uma guitarra senciente presa em um pesadelo dentro de uma instalação conhecida como Harmonic Heights. O objetivo central é navegar por este ambiente hostil em busca de um caminho de volta para casa. A narrativa é construída de forma cinematográfica, utilizando registros de áudio, itens inspecionáveis e cutscenes integradas à jogabilidade para contar uma história que aborda temas como exploração, performance e identidade.

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O mundo de Harmonic Heights é vasto e apresenta dezenas de ambientes feitos à mão. Os jogadores passarão por salas de aula, túneis subterrâneos, pátios externos e até passeios de gôndola. Cada área foi projetada para manter a tensão constante, misturando a estética de terror de mascotes com um surrealismo musical que define a identidade visual da obra.

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Mecânicas de sobrevivência e puzzles

A sobrevivência em Don’t Fret depende do uso estratégico de um afinador de guitarra, que serve como a interface diegética do jogador. Este dispositivo exibe informações vitais como saúde, fôlego e níveis de bateria, além de funcionar como um detector de inimigos através de sinais sonoros. Conforme o progresso na campanha, é possível adquirir melhorias para o afinador, desbloqueando novas capacidades essenciais para a jornada, conforme detalhado na página do jogo no Steam.

Os confrontos com as entidades que habitam o local exigem criatividade e adaptação. Alguns inimigos reagem especificamente ao som e ao movimento, obrigando o uso de táticas de furtividade. Outros são descritos como implacáveis e velozes, atacando de ângulos inesperados, enquanto certas ameaças não podem ser combatidas, exigindo apenas fuga ou observação cuidadosa dos padrões de comportamento.

A resolução de quebra-cabeças também está intrinsecamente ligada ao tema musical. O título apresenta enigmas que envolvem pianos, harpas e instrumentos de percussão. O ponto central dessas interações é o G-PAD, um mecanismo de trava inspirado no braço de uma guitarra que exige que o jogador realize sequências rítmicas sob pressão para avançar pelos cenários.

Trilha sonora e atmosfera

A ambientação sonora foi desenvolvida por Russell McKamey, da Rockit Music, fundindo orquestração cinematográfica com elementos de horror industrial. A trilha sonora é adaptável, reagindo em tempo real às ações do jogador, seja durante a exploração silenciosa, momentos de esconderijo ou combates intensos. A Rockit Music é conhecida por sua atuação no gênero Nerdcore, acumulando uma comunidade vasta no YouTube, e aplicou essa expertise para criar paisagens sonoras imersivas no jogo. Para os interessados, uma demonstração gratuita já está disponível para computadores.

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Leonardo Coimbra

Mestre supremo do Ultima Ficha, não manda nem em seus próprios posts. Embora digam que é geração PS2, é gamer desde o Atari e até hoje chora pedindo um Sonic clássico e decente. Descobriu em FF7 sua paixão por RPG que dura até hoje. Eventualmente é administrador e marketeiro quando o chefe puxa sua orelha com os prazos.

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